28 de mar de 2012

Papa explica como encontrar felicidade nos dias de hoje*












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Bento XVI publica Mensagem para o Dia Mundial da Juventude, o qual será celebrado no próximo domingo, 1 de abril.No interior de cada ser humano está impresso o desejo pela felicidade, que vai além de uma satisfação passageira. “Nosso coração busca a alegria profunda, plena e duradoura, que pode dar ‘sabor’ à existência”. Mas é realmente possível a alegria plena nos dias de hoje? Como distinguir as alegrias realmente duradouras dos prazeres imediatos e enganosos? Como encontrar a verdadeira alegria na vida, aquela que dura e não nos abandona também nos momentos difíceis?
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As respostas para essas perguntas estão na mensagem do Papa Bento XVI para o 27º Dia Mundial da Juventude que será comemorado no neste domingo, 1º de abril. A mensagem foi divulgada nesta terça-feira, 27, e traduzida em primeira mão pelo noticias.cancaonova.com.
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O Santo Padre salienta que no cotidiano existem muitas pequenas alegrias, mas estas só têm sentido a origem delas estiverem em Deus. Ele “é comunhão de amor eterno, é alegria infinita que não permanece fechada em si mesma, mas se expande naqueles que Ele ama e que o amam”, enfatiza.
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A alegria é intimamente ligada ao amor: são dois frutos inseparáveis do Espírito Santo (cfr Gal 5,23). Bento XVI explica que o amor produz alegria, e a alegria é uma forma de amor.
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A cultura atual induz muitas vezes a buscar objetivos, realizações e prazeres imediatos, favorecendo mais o inconstante que a perseverança no cansaço e a felicidade aos empenhos. O Pontífice recorda que as mensagens que o mundo envia impulsionam as pessoas a entrar na lógica do consumo, provendo uma felicidade artificial.
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“A experiência ensina que ter não coincide com a alegria: existem tantas pessoas que, mesmo tem bem materiais em abundancia, estão sempre assombradas pelo desespero, pela tristeza e sentem um vazio na vida. Para permanecer na alegria, somos chamados a viver no amor e na verdade, a viver em Deus”, destaca.
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Por fim, Bento XVI alerta que muitas vezes o cristianismo é descrito como uma proposta de vida que oprime a liberdade, que vai contra o desejo de felicidade e alegria. “Mas isto não corresponde com a verdade! Os cristãos são homens e mulheres realmente felizes porque sabem que nunca estão sozinhos, mas estão sempre apoiados pelas mãos de Deus! Cabem, sobretudo, a vocês, jovens discípulos de Cristo, mostrar ao mundo que a fé leva a uma felicidade e uma alegria verdadeira, plena e duradoura”, exaltou.
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*Nicole Melhado (CN Notícias)
27 de março de 2012
FONTE: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=285722

24 de mar de 2012

Não estamos abandonados!














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Uma boa conversa, um bom conselho ou um colo pra repousar... Receber um sorriso sincero, um olhar amigo, uma prosa, são vias de saber que somos importantes para alguém. Gestos simples mas vitais. E como fazem bem...
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Mas as vezes esperamos receber das pessoas o consolo que necessitamos ou julgamos merecer, e depositamos no outro nossas expectativas e anseios, transferindo para ele o desejo da auto-realização, gerando um desequilíbrio em nossos relacionamentos. Uma vez que não somos donos da verdade e o outro também tem expectativas a nosso respeito, torna-se necessário olhar para dentro de nós mesmos a fim de conhecer a si próprio e descobrir quais sentimentos nos movem.
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Pois quando nos percebemos carregados de sentimentos, nos sentindo pesados e sem forças, precisamos compreender - no íntimo do coração - que Deus está ao nosso lado, sempre disposto a nos acolher e amar.
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Quando a vida toma rumos difíceis, e nos sentimos muito pequenos e frágeis para percorrer o caminho, precisamos olhar para o Céu e ver que Ele está conosco, orientando-nos e clareando os caminhos pelo qual andamos. E ainda que nos sintamos sozinhos Deus não nos abandona, mas conosco caminha até o fim.
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Polyana Zavariz

21 de mar de 2012

a saudade

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Saudade é sentimento que expressa as verdades do coração...

20 de mar de 2012

é Deus!













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Eu me lembro! Eu me lembro! - Era pequeno
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E brincava na praia; o mar bramia


E, erguendo o dorso altivo, sacudia


A branca espuma para o céu sereno.
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E eu disse à minha mãe nesse momento:


"Que dura orquestra! Que furor insano!


Que pode haver maior do que o oceano,


Ou que seja mais forte que o vento?!"
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Minha mãe a sorrir olhou pros céus


E respondeu: - "Um Ser que nós não vemos


É maior do que o mar que nós tememos,


Mais forte que o tufão! Meu filho, é Deus!"
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(Deus - Casimiro de Abreu)

18 de mar de 2012

Aja de acordo com sua fé*






















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Quando São Tiago nos fala de obras, não se trata simplesmente de realizações. Ele fala das obras da fé.
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A fé deve ser acompanhada de obras: precisamos agir de acordo com nossa fé. Não adianta acreditar que Jesus cura, é preciso acreditar que Jesus cura você. Algumas pessoas exigem fé dos outros, afirmando: “Você não foi curado porque não acreditou”. Mas não é verdade; nossa fé será sempre do tamanho de um grãozinho de mostarda. Não espere sentir uma grande fé. É preciso pegar a que temos e aplicá-la.
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Muitas vezes nos deixamos levar por nossos sentimentos e raciocínios. Por sentirmos nossa fé pequenininha, achamos que não vale a pena semeá-la: “Como vou confiar nessa fé pequenininha?”
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Se Deus não confiasse em você quando você foi gerado, você não existiria hoje. Éramos microscópicos no ventre de nossa mãe. Nossa fé é igualzinha a uma criança que começa microscópica no ventre materno. Ela é sustentada e cresce; se desenvolve e um dia vem à luz. Assim também precisamos semear nossa fé pequenina como a semente de mostarda. É preciso que as obras da fé colaborem para que então ela venha à luz.
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Deus o abençoe!
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*Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
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(Trecho do livro "Combatentes na Fé" de monsenhor Jonas Abib)
http://cancaonova.com/portal/canais/pejonas/pejonas_msg_dia.php

15 de mar de 2012

...Quando o amor amadurece?*








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O Amor, quando está amadurecido em nós, mesmo que não consiga aceitar tudo, aceita a todos. É que esse sentimento amadurecido – ou em processo de amadurecimento – aprende a distinguir as pessoas daquilo que elas são capazes de fazer.
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*Ricardo Sá
http://cancaonova.com/cnova/ministerio/temp/mensagem.php

10 de mar de 2012

na cruz

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"Olhe para Jesus crucificado 
e você encontrará a solução de todos os problemas." 
(Santo Padre Pio de Pietrelcina)

7 de mar de 2012

O sentido do jejum e da oração

Relacione-se com Deus

Antes de ser um fenômeno cristão, a oração é um fenômeno antropológico, isto é, todos os homens, de uma forma ou de outra, rezam, sentem a necessidade de se relacionar com Deus, de buscar o transcendente. O diálogo com Deus ocupa, certamente, o primeiro lugar para quem se decide dar-se a uma vida interior intensa. Deus se doa a quem, totalmente e sem reserva, a Ele se doa. A vida interior é uma vida de oração. Cada um deve encontrar tempo para estar com o Senhor em íntima comunhão e diálogo de amizade. Sem a vivência dos valores espirituais e evangélicos, não é possível ter conhecimento experiencial de Deus.

Qualquer pessoa que queira desenvolver a sua vida espiritual deve, todos os dias, encontrar o tempo suficiente para dedicar-se a determinados atos de oração. Os estudiosos afirmam que nunca foi encontrado um povo sem religião, sem celebrações e sem divindade. Isso nos mostra como, em cada um, está presente a necessidade de, em determinados momentos, recorrer ao Senhor. Na Bíblia, não encontramos nenhuma definição de oração, mas situações descritivas de homens e de mulheres que rezam. No entanto, ao longo dos séculos, muitos santos, teólogos, místicos procuraram dar uma definição deste misterioso e vivo diálogo com Deus. Santa Teresinha nos oferece uma explicação: “Para mim, a oração é um impulso do coração, é um simples olhar lançado para o céu, um grito de reconhecimento e amor, no meio da provação ou no meio da alegria”.
Nunca devemos nos esquecer de que a oração, mais do que esforço pessoal ou iniciativa humana, é um dom gratuito de Deus. E, sendo Deus amor, inicia o diálogo, procura-nos. Como bem disse São João da Cruz: “Se é verdade que o homem procura a Deus, ainda mais é verdade que Deus procura o homem.” A Quaresma é um tempo especial em que a Igreja nos convida à prática do jejum e da oração a fim de que nós possamos nos preparar integralmente para reviver a vitória sobre a morte que Cristo veio trazer para toda a humanidade. Pela oração, tornamo-nos mais próximos de Deus, conversamos com Ele, pedimos, agradecemos, mas também aprendemos a escutar.

Escutamos Deus por intermédio do nosso exame de consciência, de nossas orações e da análise dos acontecimentos. A prática do jejum nos torna donos de nós mesmos pelo domínio da força de vontade. Quando jejuamos, vencemos a vontade de comer, muitas vezes por gula, e nosso organismo agradece e se desintoxica. Pensadores, estudiosos, médicos sugerem que o jejum “lava” o organismo. Jesus jejuou porque o jejum O tornou mais forte e mais próximo do Pai. Oração e jejum são, pois, ferramentas indispensáveis, de uma maneira intensa, no tempo quaresmal, mas necessárias também durante toda a nossa vida.

Eurico dos Santos Veloso
Arcebispo Emérito de Juiz de Fora (MG)
07/03/2012

4 de mar de 2012

o que te espera

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Você para
a fim de ver
o que te espera
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só uma nuvem
te separa
das estrelas
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(Paulo Leminski)

2 de mar de 2012

Apresentação do cartaz da Campanha da Fraternidade 2012


















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Em tempo...! Trago aqui a explicação do cartaz da CF deste ano que traz um tema muito atual e que toca na responsabilidade e compromisso que todos tem (ou deveriam ter) em relação a saúde, uma vez que somos responsáveis uns pelos outros. Vale a pena ler!
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Apresentação do cartaz da Campanha da Fraternidade 2012
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O cartaz atualiza o encontro do Bom Samaritano com o doente que necessita de cuidado (Lc 10,29-37). A mão do profissional da saúde, segurando as mãos da pessoa doente, afasta a cultura da morte e visibiliza a acolhida entre irmãos (o próximo). A Igreja como mãe, em sua samaritanidade, aproxima-se e cuida dos doentes, dos fracos, dos feridos, de todos que se encontram à margem do caminho.
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O profissional de pé, o enfermo sentado, olhos nos olhos, lembram o compromisso e a dedicação do profissional da saúde, no processo de cura do paciente, e a confiança do doente naquele que o acolhe e cuida. A acolhida e o cuidado aliviam a dor, estabelecem uma relação de confiança decisiva para a cura e superação das barreiras sociais.
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A cruz, que sustenta e ilumina o sentido do cartaz, recorda a salvação que Jesus Cristo nos conquistou. Ela ilumina a vida humana, a morte, as dores, o sofrimento das pessoas sem assistência de saúde. No entanto, é ela também que ilumina o encontro entre o profissional da saúde e o doente, pois aponta para a esperança da transformação completa: um novo céu e uma nova terra.
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A alegria do encontro retratado no cartaz recorda aos profissionais da saúde que foram escolhidos para atualizarem a atitude do Bom Samaritano em relação aos enfermos. Mobiliza os gestores do sistema de saúde a se empenharem para possibilitar atendimento digno e saúde para todos. Que a saúde se difunda sobre a terra.
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